domingo, 7 de junho de 2009

O poeta-xamã

A estabelecida a plena configuração a óbvia figuratividade compreendida entre a não-manifestação e o excesso entre a vanguarda e a retaguarda onde quase sempre aparentemente não acontece nada entre reflexo histórico e o processo histórico reflexo-lógico entre a arbitrariedade acadêmica e a arbitrariedade marginal por assim dizer se é que ainda precisamos de tantos desdobramentos literários quando os exemplos se desdobram em potências infinitas e não digam que não é visível nem que não é invisível.

E agora? Como sair disso? Como seria se houvesse saída? Seria como se ouvíssemos o som dos próprios instintos e confundíssemos com o som dos próprios intestinos? Sabe o que eu faço diante de todas estas perguntas? Sabe o que eu faço quando eu leio tantas perguntas, quando eu faço tantas perguntas? Sabe o que eu faço?

Não tenho tempo. Não temos tempo. Não teremos tempo. Não se exerce posse sobre isso. Eu não quero exacerbar a pobreza disso, mas a totalidade que aparentam os espaços ou os espectros em pedaços. Não tenho tempo. Não temos tempo para isso. Não temos tempo para exercermos posse sobre isso, ainda que exista o aspecto de nossa responsabilidade sobre isso. É uma pena. Essa sensação de sumiço e de compromisso com o sumiço e de sumiço com o compromisso, é uma desgraça, mas é assim, é grande a ilusão desilusiva.

2 comentários:

Felipe Chaves disse...

Bem, eu não pretendo sumir. A viagem não mais existe. Devo permanecer neste território.

Ailton Junior disse...

Eu também devo permanecer

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