sábado, 28 de dezembro de 2013

BYE BYE BANZO ou DESABAFO DA PERSONA LEVITANDO AO URDIMENTO

- é desde sempre que me perco na simultaneidade das informações. basta o reencontro com o mato silenciado de calor no cruzamento da rua da extinção com aquela que acaba debaixo do viaduto. escuto tantos recursos respiratórios que pode-se afirmar, dou ouvidos à respiração de vozes consumadas em grafemas de contornos antropomórficos. desde antes vão ficando frases engasgadas aqui e ali, nas dobras das diversas instâncias emissoras, diante dos aparatos disponíveis ao final do ano. acontece algo no corpo quando elas esfriam para reencontro. e nós já passamos tanto frio em cena, circundados de saudades, outras vidas, sol, lua, estrelas, e formas de falésia em vocês. corpos em colisão de atmosferas. saudações de fogos e solidificações nos atravessaram até então. ao constatar o formigamento nas costas associado a fragilidade no discurso tenho comigo que até a pouca importância passa.

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