terça-feira, 8 de julho de 2014

Zumthor entre aspas

Quando criança eu sapateei duas vezes na sepultura desse hino nacional. A primeira foi por espontaneidade. A segunda foi uma punição pela espontaneidade. E a punição era repetir a espontaneidade. 'Faz de novo aquilo que você estava fazendo. Faz agora aquilo que você estava fazendo. Ei, você!' Assim começa o passado, depois do último passo dá o nome aquele estado de passagem. Aquele cujo caligrama, supondo um 'assassinato da narrativa', vem com acompanhamento gestual. Então eu batizo o nome disso, cantando e sapateando no 'grafismo traçado pela presença'.
https://www.youtube.com/watch?v=SSulycqZH-U

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