quarta-feira, 15 de julho de 2015

Mas isso não vem ao acaso IV


Werner Herzog, Nosferatu 
Lembrar o cheiro no cio vazio não está nem um pouco meio cheio. É tanta calma que o grito de tanto sono que sempre que eu jogo eu caio, e se não me engano não me levanto. Isso pode levar alguns minutos.


Tive um sonho de quatro segundos. Uma pessoa chamada tempestade invadiu a brincadeira televisiva. A plateia gritou como em “O Grito”. Pregos com cabeça de dado eram martelados no número quatro, até as pequenas sombras quase desaparecerem. 

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Mas isso não vem ao acaso III

"Tem alguma coisa escrita aqui"



O começo da noite fora d'água acontece quando alguém mergulha. Nada imerso em coisa alguma encontra extinta a cavidade. Todos os insetos voadores te beijam batendo asas, e plantam sementes de fio de falha no couro cabeludo.


A voz da boca jorra imagem na tela da pele, pelas veias abraçadas da imagem ao redor do bosque da morte. A vaidade é tão cubista que uma planta baixa do baixo ventre, implantando eixos desfaz os nós em feixe de membros.

Mas isso não vem ao acaso.

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