quarta-feira, 1 de julho de 2015

Mas isso não vem ao acaso III

"Tem alguma coisa escrita aqui"



O começo da noite fora d'água acontece quando alguém mergulha. Nada imerso em coisa alguma encontra extinta a cavidade. Todos os insetos voadores te beijam batendo asas, e plantam sementes de fio de falha no couro cabeludo.


A voz da boca jorra imagem na tela da pele, pelas veias abraçadas da imagem ao redor do bosque da morte. A vaidade é tão cubista que uma planta baixa do baixo ventre, implantando eixos desfaz os nós em feixe de membros.

Mas isso não vem ao acaso.

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