sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Solidão

Ele personificava objetos, 
como a escrivaninha, por exemplo. 
Ele também objetificava pessoas, 
inclusive a escrivaninha que ele tinha personificado. 
Mas não por muito tempo, porque ela era uma escrivaninha muito gente boa. 
E ele era apenas um cortador de unha.

2 comentários:

Francimeire Leme disse...

Quando a presença das coisas reflete a ausência das coisas.

Límerson disse...

Sempre

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