segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Estação Rodoferroviária de Curitiba

Self burial - Keith Arnatt

Encontro-me com elementos secretos estruturando e desmoronando as minhas atividades, eles estavam inscritos na estação rodoferroviária de Curitiba, uma consequência natural de viagens noturnas. A desorganização não governamental mais libertária para a qual sempre sonhei em servir é tragicamente (e digo tragicamente à princípio ignorando todo fracasso comercial no qual tenho experiência), é tragicamente influenciada pelas obras inacabadas envolvendo melhorias na estação rodoferroviária de Curitiba. A coragem que salvou os meus nervos da intoxicação abre as janelas secretas no quarto invisível onde dorme uma família calorosa e cansada da indiferença e do abandono na estação rodoferroviária de Curitiba, a menina intrigou todo o rosto olhando para mim, como toda criança costuma fazer. A estação rodoferroviária de Curitiba, onde estive preso por não ser do outro país, onde estive preso por não saber amarrar os nós com as duas mãos, onde estive preso pelos pés nos galhos do espelho que dividimos, pelos braços nas grades em que pensamos, pelos olhos no vento cangaceiro que congela, pela língua nos olhos do medo em silêncio. A estação onde rezei com os pés amarrados no trilho, escutando as engrenagens se aproximando cada vez mais, até começarem a se distanciar. Aliás, foi na estação rodoferroviária de Curitiba que eu olhei pela primeira e última vez para os meus pés descalços, nos primeiros segundos antes de morrer com as pernas pra cima, e alguns instantes depois de ter nascido. Os pés tem voz de estação rodoferroviária de Curitiba, dando passos de relógio sem ponteiro, impressionando os segundos disponíveis dos transeuntes que viram no escuro as minhas pegadas bagaceiras. Eu roubei e matei quem me impediu de fazê-lo, acessando o lance branco de escadas da rodoferroviária de Curitiba, enquanto escutava o coro de brinquedo, tomado por sagrado. Mundo, que de vasto não tem nada, na estação rodoferroviária de Curitiba, que de nada não tem vasto mundo. Mundo que devasto não tem nada. Na estação rodoferroviária de Curitiba um mundo que de nome não tem nada. Na estação rodoferroviária de Curitiba escutei relinchar a égua enfumaçada da primavera noturna que amei com os dentes frios na pele. Na estação rodoferroviária de Curitiba a mulher rouca, silenciosa, que entrou com seu cachorro dentro de uma gaiola, tendo colocado ele sobre o seu joelho durante alguns instantes, no banco ao lado do meu na viagem de ônibus acabou de acordar. Caía uma tempestade muscular de relâmpagos, desmoronamentos enredados na era das construções da estação rodoferroviária de Curitiba. Na primeira vez que estive na estação era hora de acordar, abrir as janelas vazias e colocar os frascos alinhados lado a lado, como detalhes de um cajado exposto ao sol, mordendo a madeira com toda sua irradiação dentária. A estação rodoferroviária de Curitiba foi o endereço para o qual escrevi minha última carta incendiada, remetente: consciência do desejo, destino: desejo da consciência. Tudo o que eu falo está com inflamação nas palavras até hoje. Hoje, um homem com olhos assassinos estava de cócoras, encostado no poste de táxi, esperando abrir a porta para guardar as caixas na van branca. Com a lateral do corpo apoiada na parede, uma mulher que esperava o ônibus me observava com intimidade. Como se soubesse da minha preocupação com o homem de olhos assassinos, e esboçasse rir dessa apreensão excessivamente disfarçada. O homem de olhos assassinos entrou na van, e foi embora junto com as caixas que ele havia colocado no bagageiro dela. Poucos minutos depois veio de uma esquina um homem que tinha um vulto no lugar do rosto, os passos atrasados, e uma caixa nas mãos. Quando vi aquela caixa não consegui deixar de pensar com a devida leveza em todos os extravios, exageros, e exasperações de caixas arrastadas no chão da estação rodoferroviária de Curitiba. 

Um comentário:

ngoc thành đặng disse...

Fucoidan được chiết xuất từ rong biển có tên là mozukư và wakame, được giáo sư kylin của đại học uppsala nghiên cứu và phát hiện năm 1913. Liều dùng thuốc Fucoidan ? Fucoidan được tìm thấy trong chất nhờn của các loại rong biển, chứa 4% trọng lượng khô tùy thuộc vào loại rong biển nhưng fucoidan chứa nhiều nhất trong mozukư ở vùng biển okinawa nhật bản, thuốc Fucoidan là gì ?
Về cấu trúc hóa học thì fucoidan là chuỗi cao phân tử polysaccharide polymer có thành phần chủ yếu là đường fucose sulfate, ngoài ra fucoidan còn có galatose, manose, xylose và acid uronic. Cách sử dụng thuốc Fucoidan , thành phần fucose trong fucoidan được nghiên cứu là hiệu quả chống lại và ngăn ngừa ung thư
Supreme Fucoidan được chiết xuất trực tiếp từ tảo Mozuku ở đảo Okinawa. Rong biển nâu của đảo Okinawa chứa nhiều Fucoidan nhất trong tất cả các loài tảo trên thế giới. Tác dụng của thuốc Fucoidan, Tỷ lệ chiết xuất của Supreme Fucoidan đạt 95%, tỷ lệ phần trăm càng cao thì Fucoidan càng tinh khiết và có hiệu quả cao trong việc điều trị.

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